Aqui, a gente finge que é nerd, mas critica tudo com o rosário na mão. Se você gosta de filme, série e cultura geek, venha rir e refletir, porque até o Batman precisa de um confessionário!
A disney durante o evento da D23 divulgou 6 novos posteres de Star Wars: Os Últimos Jedi. Servindo para distinguir os personagens velhos como: Luke Skywalker e General Leia, além dos novos integrantes desse universo: Rey, Finn, Kylo Ren e Poe Dameron.
Star Wars: Os Últimos Jedi estreia nos cinemas dia 15 de dezembro de 2017.
O jogo de Jumanji é um artefato místico e amaldiçoado, um tabuleiro (ou, nas versões modernas, um videogame) que suga os jogadores para dentro de si, obrigando-os a enfrentar seus próprios medos, pecados e vaidades. Ele não é um simples passatempo: é uma provação espiritual, uma espécie de purgatório travestido de aventura, onde o jogador só vence quando deixa de fugir de si mesmo. Em outras palavras: Jumanji é o mundo interior de cada um, transformado em selva — caótica, perigosa e cheia de monstros que têm o rosto dos nossos erros. O simbolismo do jogo O tabuleiro é o destino — uma entidade que não pergunta se queremos jogar. Ele simplesmente lança os dados e nos empurra à luta. Os dados são a liberdade — parecem dar escolha, mas já estão contaminados pelo acaso, pelo absurdo da existência. A selva é o inconsciente — onde os instintos dormem, onde o homem civilizado é forçado a reaprender a sobreviver. Cada rodada do jogo é um teste moral, uma humilhação necessár...
Há uma virtude antiga chamada prudência. Ela nasceu para orientar o homem, não para algemá-lo. Prudência é a bússola; medo é o freio de mão puxado em plena estrada. O problema do nosso tempo é que passamos a chamar medo de virtude e ainda nos orgulhamos disso. Nunca se falou tanto em razão nos relacionamentos. Tudo é analisado, pesado, comparado, testado. Ama-se como quem avalia um investimento de risco. Pergunta-se sobre o futuro antes mesmo de se viver o presente. Exige-se garantia emocional como quem pede nota fiscal de um sentimento. O homem moderno, sobretudo, descobriu uma palavra confortável para esconder sua covardia: prudência. Diz que é prudente porque não se entrega. Diz que é racional porque não decide. Diz que está sendo maduro quando, na verdade, está apenas parado. Confunde razão com paralisia. A razão verdadeira ilumina o caminho; a falsa razão apenas aponta todos os perigos até que ninguém tenha coragem de dar o primeiro passo. É a razão que não conduz à ação, ap...
Guilherme, na terceira temporada de Casamento às Cegas , é esse tipo de homem. Não o vilão clássico, não o cafajeste óbvio, mas algo talvez mais perigoso: o homem que se esconde atrás da palavra razão para não se comprometer com nada. Desde o início, ele se apresenta como racional. E repete isso como um mantra, quase como um álibi moral: “eu sou racional”, “eu não sei”, “vamos ver”. O problema é que ninguém entra num programa que termina em altar para ver . Entra-se para decidir. Maira, por outro lado, entra como quem sabe o que quer. Mulher, mãe, marcada pela vida. Não busca perfeição, busca verdade. Ela não pede promessas eternas, pede apenas um sinal humano: presença, resposta, entrega. Algo que diga: estou aqui . O drama não nasce do conflito entre eles, mas do desencontro. Maira vive no tempo do agora. Guilherme vive num eterno rascunho. Ele chama tudo de “experimento”, como se o amor fosse um laboratório e não um risco. Como se fosse possível amar sem perder o chão. Há uma...
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